Perguntas Frequentes

  1. A Vacina para Covid é Segura?

Sim, as vacinas adotadas pelo SUS cumpriram todas as fases, seguiram critérios científicos rígidos e seu uso emergencial foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

  1. A vacina é gratuita?

Sim. A vacina é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada em todas as Unidades Básicas de Saúde do Município.

Para saber quais UBS estão aplicando a vacina Clique aqui

  1. A vacina é obrigatória?

Não, as vacinas não são obrigatórias.

No município de Bonfim/RR não foi estabelecido nenhum tipo de restrição para pessoas não vacinadas, contudo, em muitos Estados e municípios do país há restrições específicas para aqueles que não tenham sido vacinados.

Importante saber que tais restrições possuem amparo legal, conforme o art. 3º, III, “d” da Lei 13.979, de 6 de fevereiro de 2020 e decisões receites do Supremo Tribunal Federal.

  1. Quem pode tomar a Vacina?

Hoje todos os munícipes, a partir de 12 anos, estão aptos a tomar a primeira e segunda dose da vacina.

  1. Qual o tempo de vacinação entre a primeira e segunda dose?

Depende de qual vacina:

Coronavac – 28 dias

Oxford/AstraZeneca – 8 semanas

PFIZER – 21 dias

  1. Por que é necessário aplicar a terceira dose?

A aplicação de uma dose de reforço tem sido defendida por especialistas diante das evidências científicas de que a proteção induzida pelas vacinas cai ao longo do tempo, o que coloca em risco, principalmente, os grupos mais vulneráveis.

  1. Isso significa que a vacina é ineficaz?

Não. Os imunizantes contra a Covid-19 são eficazes contra o coronavírus e funcionam contra as variantes já conhecidas, o que ocorre, no entanto, uma queda do nível de proteção vacinal ao longo do tempo.

  1. Quais grupos estão recebendo a terceira dose?

Estão recebendo a dose de vacina toda a população acima de 18 anos e que tenham tomado qualquer uma das vacinas disponíveis.

 

  1. Qual o tempo necessário, após a segunda dose, para que a pessoa esteja apta a tomar a dose de reforço?

Depende do grupo a qual o vacinado pertence, assim:

  1. Como funciona para quem recebeu vacina da Janssen?

Para aqueles que tomaram a Vacina da Janssen, que é de dose única, o Ministério da Saúde anunciou que será necessário tomar uma dose de reforço do imunizante após 60 dias.

  1. Uma pessoa pode se vacinar em uma cidade na primeira dose e em outra cidade na segunda dose?

Sim. A vacinação pode ser realizada em qualquer município, independentemente de comprovação domiciliar. O ideal é tomar as duas doses no município de residência.

  1. Pode-se escolher marca da vacina para se vacinar?

Não.

 

  1. É possível a vacina causar a Covid-19?

Não. Nenhuma das vacinas em fase clínica é viva atenuada, que seria a única possibilidade, ainda que bastante remota, de ocorrer um processo de reversão da vacina para a forma ativa do vírus. As vacinas têm diferentes plataformas tecnológicas, que não permitem esse processo de reversão e, consequentemente, a possibilidade de causar doença.

  1. Quem tomar a primeira dose da vacina A poderá tomar a segunda dose da vacina B?

Depende, atualmente, para a dose de reforço, está sendo utilizada a vacina da Pfizer. A opção por essa vacina levou em consideração o aumento da resposta imunológica no esquema heterólogo. De maneira alternativa, os imunobiológicos da Janssen e AstraZeneca também poderão ser utilizados na dose de reforço

Em alguns lugares do Brasil, ante a falta da Vacina AstraZeneca, está sendo permitida a utilização também da Pfizer na segunda dose, para completar o esquema vacinal.

  1. Quais os efeitos adversos que as vacinas podem causar?

Coronavac - No local da injeção, podem aparecer os seguintes sintomas: dor, inchaço, vermelhidão, caroço duro, coceira, mancha roxa e infecções no local. O vacinado também pode apresentar dor de cabeça, dor nos músculos, diarreia, náusea, cansaço e, mais raramente, febre.

Oxford/AstraZeneca - Sensibilidade no local da injeção, dor local, dor de cabeça, fadiga, mialgia, mal-estar, febre, calafrios e artralgia, náusea

PFIZER - vermelhidão no local de injeção, náusea e vômito.

JANSSEN - no local da aplicação podem aparecer dor, vermelhidão na pele e inchaço; podem ainda ser identificados dor de cabeça, sensação de muito cansaço, dores musculares, náusea e febre.

A maioria das reações adversas foram leves a moderadas e se resolveram dentro de poucos dias após a vacinação. As reações adversas foram menos frequentes após a segunda dose do que a primeira.

  1. Quais são as contraindicações para a vacina?
  • hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina;
  • Para aquelas pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina Covid19.

 

  1. A Vacina pode ser aplicada em adolescentes?

No dia 11 de junho de 2021 a Anvisa aprovou o uso da vacina em jovens de 12 a 15 anos. A vacina demonstrou eficácia de 100% em estudo clínico com jovens dessa faixa etária.

A utilização e disponibilização da vacina no Brasil segue sob os critérios de recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), incluindo os grupos prioritários para a vacinação e suas idades.

No Município de Bonfim/RR desde o mês de agosto de 2021 a vacinação para adolescentes a partir de 12 anos já está liberada.

A vacina utilizada é a da marca Pfizer.

  1. Pessoas com alergia a ovo podem tomar a vacina contra o coronavírus?

Apenas os indivíduos com formas graves de alergia ao ovo, como urticária e reações anafiláticas, não devem receber as vacinas que possuem esse componente. É importante consultar um médico, pois só ele pode definir se há contraindicação à vacinação. As pessoas com reações alérgicas a qualquer vacina devem ser encaminhadas para um Centro de Imunobiológicos Especiais para avaliação.

  1. Pessoas com quadros alérgicos graves podem tomar a vacina contra o coronavírus?

A grande maioria dos pacientes alérgicos a medicamentos ou a alimentos não são alérgicos a algum componente específico da vacina. Porém, os pacientes com histórico de alergias graves a algum componente das vacinas ou a uma dose prévia de alguma delas devem ser avaliados com cautela pelo especialista para decidir se esta deverá ser contraindicada, aplicada com supervisão médica ou se estará indicado protocolo de dessensibilização.

  1. Portadores de doenças autoimunes podem tomar a vacina contra o coronavírus?

Preferencialmente, o paciente deve ser vacinado estando com a doença controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão. Essa não é uma condição imprescindível para que o paciente seja vacinado, mas um cenário ideal. Em outras situações, é fundamental discutir com um médico qual o melhor momento para a vacinação.

  1. Pessoas que tomam medicamentos de uso controlado podem tomar a vacina contra o coronavírus?

A vacina somente é contraindicada às pessoas que têm hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes, além daquelas que já apresentaram uma reação alérgica intensa confirmada ao tomar uma dose anterior de uma vacina contra a Covid-19.

  1. Quanto tempo demora para as pessoas terem imunidade após a vacinação?

Quinze dias após a aplicação da segunda dose. O esquema vacinal completo com duas doses é necessário para obter a resposta imune esperada para a prevenção da Covid-19.

É importante, também, tomar a dose de reforço para que a proteção seja mantida.

  1. Pessoas com sintomas suspeitos de Covid-19 ou com a infecção confirmada podem se vacinar?

Em geral, como para todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença. Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.

  1. Quem já teve Covid-19 pode se vacinar?

Sim. Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-COV-2.

Nenhum ajuste de dose é necessário em pessoas com infecção prévia por SARS-COV-2.

  1. Depois de vacinadas as pessoas precisam continuar usando máscara?

Sim. A orientação é que as pessoas vacinadas mantenham as medidas de proteção até que a maior parte da população esteja vacinada, o que deve demorar algum tempo. Só então será possível atingir a chamada "imunidade de rebanho". Enquanto esse estágio não for alcançado, não há garantia de que as pessoas vacinadas não possam ser vetores da doença.

Usar máscaras e manter o isolamento social será importante tanto para você se proteger, caso seja parte da minoria das pessoas em que a vacina não gerará efeito imunizante, quanto para proteger outras pessoas.

É importante lembrar que no Município de Bonfim/RR ainda é obrigatório o uso de máscaras em locais públicos e privados, especialmente restaurantes e comércio.

  1. Há possibilidade de doar sangue após ser vacinado?

Por se tratar de vacina de vírus inativado, após a vacinação com a vacina CoronaVac o indivíduo deve aguardar 48h após cada dose antes de realizar doação de sangue. Para a vacina de Oxford/AstraZeneca e PFIZER é preciso aguardar um período de 7 dias após cada dose.

  1. Gestantes e lactantes no grupo de risco podem se vacinar?

A vacinação nesses grupos poderá ser realizada após avaliação entre a mulher e seu médico prescritor, considerando o nível potencial de contaminação do vírus na comunidade, a potencial eficácia da vacina, o risco e a potencial gravidade da doença materna.

  1. Qual o critério para a definição dos grupos prioritários no PNI?

Os grupos prioritários são formados por indivíduos que apresentam maior risco de agravamento e óbito devido a condições clínicas e demográficas, como idosos e pessoas com comorbidades, existem ainda grupos com elevado grau de vulnerabilidade social e, portanto, suscetíveis a um maior impacto ocasionado pela Covid-19, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Neste contexto, é importante que os Determinantes Sociais da Saúde (DSS) também sejam levados em consideração ao pensar a vulnerabilidade à Covid-19.

No Brasil, os povos indígenas, vivendo em terras indígenas, são mais vulneráveis à doença, uma vez que doenças infecciosas nesses grupos tendem a se espalhar rapidamente e atingir grande parte da população devido ao modo de vida coletivo e às dificuldades de implementação das medidas não farmacológicas, além de sua disposição geográfica, sendo necessário percorrer longas distâncias para acessar cuidados de saúde, podendo levar mais de um dia para chegar a um serviço de atenção especializada à saúde, a depender de sua localização.

Em consonância a esses determinantes, encontram-se também as populações ribeirinhas e quilombolas. A transmissão de vírus nessas comunidades tende a ser intensa pelo grau coeso de convivência. O controle de casos e vigilância nestas comunidades impõe desafios logísticos, de forma que a própria vacinação teria um efeito protetor altamente efetivo de evitar múltiplos atendimentos por demanda.

Grupos prioritários também são definidos pelas atividades que apresentam maior exposição ao vírus, como trabalhadores de saúde, profissionais da área de segurança e professores.

  1. A vacina da Covid pode ser tomada junto com a vacina da gripe?

Sim, O Ministério da Saúde emitiu nota técnica que acaba com o intervalo entre a aplicação das vacinas contra a gripe e contra a Covid-19. O objetivo da ação é facilitar a adesão da população às duas campanhas de vacinação.

A vacina da influenza está disponível nos postos de saúde do Município de Bonfim/RR.

  1. O que fazer caso apresentar algum evento adverso?

Entrar em contato com o seu Agente Comunitário de Saúde ou informar no Posto de Saúde mais próximo de sua residência.

  1. Por que algumas pessoas vacinadas ficam doentes mesmo assim?

As vacinas contra a COVID-19 são muito efetivas e são uma ferramenta fundamental para controlar a pandemia. Porém, nenhuma vacina é 100% efetiva para prevenir a doença em pessoas vacinadas. Sempre haverá uma pequena proporção de pessoas com a vacinação completa que ficará doente.

Os casos de escape vacinal ocorrem apenas em uma pequena parcela das pessoas vacinadas. Até o momento, não se identificou nenhum padrão inesperado nos dados demográficos ou nas características das vacinas nas notificações de pessoas com infecções devido a escape vacinal.

  1. Ao me vacinar estarei completamente imune ao coronavírus?

A vacina reduzirá o risco de desenvolver complicações pela covid-19, mas ainda não está claro seu impacto na infecção pelo vírus. Indivíduos vacinados têm menor risco de complicações, mas é possível que pessoas vacinadas venham a se infectar e transmitir a doença mesmo que não desenvolvam sintomas ou desenvolvam sintomas leves.

 

Para mais esclarecimentos sobre cada vacina acessar:

 

COVID-19 - Principais Perguntas & Respostas sobre Vacina Pfizer e BioNTech | Pfizer Brasil

Perguntas e Respostas - Anvisa - IB (butantan.gov.br)

Sobre a vacina - Bio-Manguinhos/Fiocruz || Inovação em saúde || Vacinas, kits para diagnósticos e biofármacos

Perguntas e respostas sobre a vacina da Janssen contra covid-19 - Pfarma

Perguntas e Respostas — Português (Brasil) (www.gov.br)

Perguntas frequentes: vacinas contra a COVID-19 - OPAS/OMS | Organização Pan-Americana da Saúde (paho.org)

9 perguntas e respostas sobre as vacinas contra a COVID-19 | MSF

Sociedade Brasileira de Imunização - COVID19